O texto "Educação após Auschwitz" de Adorno, proposto pela interdisciplina Filosofia da Educação foi muito reflexivo. Me fez perceber a sociedade de forma civilizada, e seus pressupostos para eliminar a Barbárie. Para isso, segue a minha reflexão.
Após a Leitura do Texto “Educação após Auschwitz” de Adorno e refletindo minha prática pedagogia dentro do cotidiano escolar, compreendi a ligação de educação, civilização e barbárie.
Nesse contexto, pude perceber que estes três, logo, estão interligados, pois só através da educação segundo Adorno, que se alcançará a civilização, e por esse motivo deixando que a barbárie ainda faça sua existência.
Logo a educação daria um esclarecimento geral, criando um clima espiritual, cultural e social que não dêem margem a uma repetição. Mas pensando em nossa atual sociedade, vivemos num mundo capitalista, o qual impõe um sistema educacional voltado a essa sociedade, expondo esses princípios, reproduzindo uma educação economista e socialista.
De acordo Adorno, a educação só teria pleno sentido como educação para auto-reflexão crítica. Visto isso, a educação tem um grande papel a desempenhar na sociedade, capaz de transformar nossos alunos em cidadãos críticos, que venham a desenvolver capacidade mental de discernir atitudes que venham a ser de forma crítica e consciente frente à atual sociedade.
Contudo, sabemos que por vezes, isso nem sempre acontece. A sociedade está a mercê de pessoas que preferem que a educação crie espaços e programas de estudos que não dêem margem para pensar e refletir, indivíduos sem voz no espaço social, instruindo a uma educação modeladora e repetitiva, tornando-se uma sociedade de barbárie, sujeitos esses passivos e irracionais.
Dessa forma, a educação é responsável por tornar pessoas críticas, capazes de criar suas próprias idéias e discernir o certo e o errado, tendo criticidade, perfazendo fórmulas e hipóteses, desenvolvendo concepções, reformulando idéias e alterando ações. Assim, construindo uma sociedade mais crítica e a aberta as novas concepções, desprendendo de meios passivos que levavam a barbárie.
Para então acabar com a barbárie, nós educadores, precisamos criar maneiras que o aluno irá internalizar atitudes críticas e corretas perante a sociedade, entendendo e respeitando as diferenças, a pluralidade de idéias e tentando acabar com todas as ações destrutivas como a violência, a marginalização, opressão e o preconceito, pois assim defende Adorno, que nós educadores podemos fazer a diferença, criando caminhos que chegue ao fim a barbárie.
Precisamos fazer do espaço educativo, um ambiente reflexivo, levando ao aluno situações de auto-reflexão, para que este saiba questionar tudo que é dado, e não apenas aceitar o que se está pronto, mas observar e analisar diante disso, questionando a nossa realidade, encontrando meios que façam com que essa realidade melhore gradativamente, oportunizando assim, a construção de uma sociedade justa e igualitária, resultante da conscientização de todos que a constitui.
Nesse contexto, pude perceber que estes três, logo, estão interligados, pois só através da educação segundo Adorno, que se alcançará a civilização, e por esse motivo deixando que a barbárie ainda faça sua existência.
Logo a educação daria um esclarecimento geral, criando um clima espiritual, cultural e social que não dêem margem a uma repetição. Mas pensando em nossa atual sociedade, vivemos num mundo capitalista, o qual impõe um sistema educacional voltado a essa sociedade, expondo esses princípios, reproduzindo uma educação economista e socialista.
De acordo Adorno, a educação só teria pleno sentido como educação para auto-reflexão crítica. Visto isso, a educação tem um grande papel a desempenhar na sociedade, capaz de transformar nossos alunos em cidadãos críticos, que venham a desenvolver capacidade mental de discernir atitudes que venham a ser de forma crítica e consciente frente à atual sociedade.
Contudo, sabemos que por vezes, isso nem sempre acontece. A sociedade está a mercê de pessoas que preferem que a educação crie espaços e programas de estudos que não dêem margem para pensar e refletir, indivíduos sem voz no espaço social, instruindo a uma educação modeladora e repetitiva, tornando-se uma sociedade de barbárie, sujeitos esses passivos e irracionais.
Dessa forma, a educação é responsável por tornar pessoas críticas, capazes de criar suas próprias idéias e discernir o certo e o errado, tendo criticidade, perfazendo fórmulas e hipóteses, desenvolvendo concepções, reformulando idéias e alterando ações. Assim, construindo uma sociedade mais crítica e a aberta as novas concepções, desprendendo de meios passivos que levavam a barbárie.
Para então acabar com a barbárie, nós educadores, precisamos criar maneiras que o aluno irá internalizar atitudes críticas e corretas perante a sociedade, entendendo e respeitando as diferenças, a pluralidade de idéias e tentando acabar com todas as ações destrutivas como a violência, a marginalização, opressão e o preconceito, pois assim defende Adorno, que nós educadores podemos fazer a diferença, criando caminhos que chegue ao fim a barbárie.
Precisamos fazer do espaço educativo, um ambiente reflexivo, levando ao aluno situações de auto-reflexão, para que este saiba questionar tudo que é dado, e não apenas aceitar o que se está pronto, mas observar e analisar diante disso, questionando a nossa realidade, encontrando meios que façam com que essa realidade melhore gradativamente, oportunizando assim, a construção de uma sociedade justa e igualitária, resultante da conscientização de todos que a constitui.
Até mais!
Um comentário:
Tamires!
Este assunto mexeu contigo.
Falas como um político, inflamado pela indignação.
Isto também é colocar para fora sua opinião ou posição.
Estás avançando em tuas postagens, coloques sempre exemplos vividos nestas reflexões ficarão bem completas. Continue assim.
Ok.
Benites
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